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domingo, 22 de abril de 2018

ANGUERA, ANHANGUERA















                                                              Por onde andas, tu? terrível Anhangue? Puêra, sem rastros, perdido nos longínquos alvoreceres de nossa raça! Não é que um tempo outro tu retornas em forma de gente para ensinar o populacho se comportar como gente? Cadê Maria Louca, Agnaldo e Aleci, para onde tu os mandaste vagar? Tu o sabes, amigo. Conta-me esta saga; Aleci,  de cabeleira maior do que ele, sentia orgulho de sua juba, exuberante, esvoaçante sobre si. Era um dos nossos bedeis. Mas um bedel amigo que não nos encanava com os padres. Anguera de Pedro Régis, das aparições da Virgem, por onde anda Aleci?, conta-me de Agnaldo, fala-me de Maria Louca.

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