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ANHANGÁ

                                                                               Anhangá sou eu. Sou eu anhangá. Protetor das matas, dos rios e da caça. Aparo as flechas do caçador  voraz e ajudo quem só mata pra comer. Com meus olhos cor de fogo queimo a pele do malvado, dou-lhe coices, dou chifradas, corro com ele às léguas, perdendo-se no cipoal. Quando quero lhe cavo a terra, onde se afunda, paulada dou-lhes nas costas e rio de seus gemidos. Deixa-me em paz, anhangá, eu não piso mais aqui, deixo em paz teus animais, deixa eu viver em paz.
                                                                                                            Si ieu vreau. Claro que quero, kicsi angyalkam, se você também quiser meu doce anjo, fons vitae meae. Tu erai totul dar totul trece. Que passa, passa, dar sei esperar, pássaro meu, incendiar-me no teu fogo.