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                                  Narube, sim de dentro para fora, como tudo começou; Primeiro, um forte cheiro, depois o fumaça, depois fuligem, depois o inferno. Já foste ao inferno, não, Dante foi, pinto-o do mesmo jeito, sem plagiar, entretanto. De longe, todos riam, sem imaginar que ali havia gente. Ouço Ibsen, o Canto de Solveig, esperando Peer Gynt,  segundo Grieg. Kanke vil der ga bade Vinter og var. Pode passar o inverno e a primavera desaparecer, um dia, eu sei, tu irás aparecer. Oh inverno de nossos dias, quando partirás?                        Verde ainda sou, por quê partir, agora? Quem assim determinou meu destino? Quem está a manipular os cordões da existência? 
                                                 E antonce aconteceu o acontecido sem que ninguém pudesse impedir, nem remediar. Tudo escrito na coloração da pele, no cabelo enrolado, no falar estropeado, na camisa esfarrapada, no sapato esburacado. Destino? Querer muškaraca, dos homens. E Cavazzuti que dantes tentaram e não conseguiram  acidentar, nem suici dá seu último suspiro em  terras de Dante.
                                                                     Tamo cheio de mecê, cara. Todo mundo agora quer ser, ganha muita grana e fama. Quem diabo quer abrir um livro? Passar fome? E queimaram um arquivo, bem queimado, não fará mais eco, assi como, n um jaleco de pau, eu. Outro, nem água consagrada salva. Imbrochável, intocável e bronco. Simbica, tamos lenhados. Agora quer vacina.
                                 E quem se importa com bicho? Jacarezinho, hahaha. Copa? Todos. Distrai, e aí. Aí o que, esquerdopata? Você não sabe nadica de nada. Quem tutu tem, falado é.  Eu quero ver é pegar fogo. Quantos ficarão, quantos aprenderão? Samicas, nenhum.Mundacho torto.
                                                                                 Fere, fere mais que tudo no mundo, a traição. Oh, querida, tivesse eu dado-te ouvidos. Zoeira da zorra e eu aqui gelado, e eles? Amanhã, tomando todas, xepeiros, uma bosta, fiz. Oh, mundacho torto, ninguém  mais em paz, desde então. Entonce, qui fazê. Porra louquice. Das brabas, só podia entrar água. O orvalho vem caindo, vai moiá este meu chão. Óh meu deus, óh que medo, desta baita escuridão. Tiuru é água grande, estou em águas, águas, água grande. Por quê me  entristecer? Santo, não era. E no entanto, quanta esperança cortada, sem merecer uma chorada. Choro por quem não conheço e ao outro  desmereço. Passo pelo Caminho do Rio de Beber Água,  não bebo, estou em águas, como Pau Vestido,...
                                                                                        E se tivesse caído de bunda, mamãe? Mas qui bundada! Isto não é abundância de bunda, sim, bater a bunda em qualquer lugar, como umbigada. Ah, mandinga danada, quem te botou? Não me venham dizer que não. Se me las deram, tomei-as todas e pra quê? Emboscada, foram elas, não me venham dizer que não. Deram-tas, à migué. Que morram os curumbas, ele?  Desperdício, Eu? Muita água pra rolar. As águas vão rolar, garrafa cheia eu não quero ver sobrar.